Me conhecendo e me amando
- Nath

- 20 de fev. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 27 de fev. de 2021
Quando falamos de autoestima estamos falando do primeiro amor: nós mesmos.
Como é possível amar outra pessoa se não amamos a nós mesmos? É estranho querer sempre ser aceito pelos outros, mas nunca nos aceitarmos.
Autoestima é a capacidade que uma pessoa tem de confiar em si própria, ter amor próprio, saber expressar suas vontades e necessidades, poder enfrentar os desafios da vida.
Todos temos o direito e merecemos a felicidade! E para ser feliz, quanto maior sua autoestima, melhor!
A baixa autoestima gera ansiedade, depressão, medos, enfim, uma série de problemas!
Carência:
Vamos falar de um sentimento que bagunça muito a nossa vida: carência. O ser humano é carente, ele quer atenção, carinho, sentir-se especial, quer se sentir único. E para conseguir isso, ele sempre faz tudo esperando o mesmo dos outros. A partir desse instante, a frustração e decepção serão questão de tempo, porque as pessoas não são responsáveis por nos fazer felizes, nem agir como achamos que elas deveriam. Nós é que deveríamos agir coerentes com quem queremos realmente ser.
Auto aceitação:
Essa atitude implica escolhas da nossa parte: quem somos hoje, o que queremos nos tornar e quem queremos atrair para perto de nós. Ao aceitarmos como as coisas e pessoas são, não impondo nossa maneira de ser e agir, facilitamos o caminho para a conquista de realizações, pois na verdade, nos aceitamos como somos.
Quando nos aceitamos conseguimos olhar de frente nossas fraquezas. Quando estamos de bem conosco, estamos fluindo pela vida, sem cobranças de ser forte ou fraco, sem se importar em como as pessoas nos veem. Assim a vida fica leve, sem cobranças de sermos desse ou daquele jeito. Apenas devemos ser quem somos, nada mais. Quando isso acontece, inspiramos as pessoas a fazer o mesmo.
É comum, após muitos anos não se aceitando, não se respeitando nem valorizando, as pessoas estranhem quando mudamos. Toda decisão implica em escolhas e nem sempre elas vão ao encontro do que os outros esperam ou querem de nós, mas elas precisam ir ao encontro de quem nós devemos realmente ser.
Auto boicote:
É preciso ficar muito atento quanto a nossa forma de sentir, de pensar e agir que podem nos levar a um auto boicote da nossa felicidade. Podemos nos afundar com situações alheias se não estivermos firmes e convencidos de dentro para fora da necessidade de mudar. Trata-se da resistência ao novo que possuímos em nosso interior, acomodado em sua zona de conforto. Portanto, em meio a todo esse processo de evolução, a autoestima se torna um grande pilar para avançarmos.
Aceite a vida, ame quem você é, permita-se mudar sem ter medo de errar. Lembre-se: resistir só nos leva a aprender pelo sofrimento o que poderíamos ter escolhido aprender pelo amor.


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