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Educação financeira dos filhos

  • Foto do escritor: Nath
    Nath
  • 18 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

É comum ouvir muitas pessoas reclamando que gostariam de aprender sobre finanças pessoais na escola. Assim, teriam encarado a relação com o dinheiro de forma diferente antes de chegar ao endividamento.


Para evitar que as novas gerações passem por dificuldades semelhantes na forma com que utilizam o dinheiro, muitos pais têm se preocupado em ensinar aos filhos educação financeira desde cedo.


Trata-se de uma decisão sábia já que, quanto antes o filho aprender a lidar com o dinheiro, maiores serão as chances dele investir e não demorar a construir o próprio patrimônio.

Algumas medidas podem ser aplicadas no dia a dia com os filhos, para ensinar educação financeira. É importante que toda a família seja envolvida, para que as crianças consigam aprender na prática o quanto antes como usar o dinheiro da melhor forma possível.

Muitos pais têm dificuldade em dar mesada aos filhos porque preferem satisfazer o gosto deles quando necessário. Porém, a mesada é uma importante forma de fazer com que o filho aprenda na prática como usar o dinheiro.

Como educação financeira, porém, essa medida precisa seguir algumas regrinhas, como: conversar com a criança para entender para o que ela realmente utilizaria o dinheiro, envolver a família para estipular um valor para a mesada. É possível definir a recorrência ou até mesmo automatizar uma transferência mensal, quinzenal ou semanal pelo banco. Dar o dinheiro vivo, em mãos, também funciona. A partir do momento que define em dar uma mesada para o filho, é importante ter uma conversa séria sobre a importância de se ter uma poupança. Se for necessário, mostrar o que a família faz para controlar o orçamento.

Caso a mesada seja dada em dinheiro vivo, reforçar a importância de juntar dinheiro para a compra de algo importante para a criança. Nesse caso, é importante saber o que ela realmente preza: ela pode ter interesse em comprar um videogame novo ou trocar o tablet, e provocá-la a pensar um pouco mais no futuro, como em um intercâmbio ou um curso caro de games, por exemplo.

Se o filho já estiver maduro o suficiente para utilizar os serviços bancários, é possível instigá-lo a guardar parte do dinheiro na poupança e, aos poucos, ensinar sobre as possíveis aplicações que ele pode fazer.

É importante que ele tenha como motivação um desejo pessoal. Neste caso, vale a pena entender o que ele realmente quer fazer e o que gosta, para não desperdiçar a maior parte do dinheiro em itens supérfluos.

Manter conversas periódicas com os filhos sobre educação financeira, além de utilizar exemplos da vida real. É importante mostrar o que é possível fazer e construir quando se tem o hábito de poupar.

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